sexta-feira, 22 de junho de 2007

Insensatez absoluta

Nem bem começou o verão e Marabá já se encontra coberta pela fumaça de queimadas que ocorrem na região. Dá pra imaginar o que vai acontecer lá pelos meses de agosto e setembro, quando o número de incendiários costuma crescer. O difícil é entender o que leva as pessoas a utilizar, em pleno século 21, uma técnica tão rudimentar de preparo da terra e recuperação (?) de pastagens. Matam o solo, tornando-o cada vez menos produtivo, e causam um desconforto sem igual aos habitantes da cidade. As filas no Hospital Municipal, especialmente de crianças com problemas respiratórios, tendem a aumentar.

2 comentários:

Ninha disse...

Além das queimadas feitas na pecuária e agricultura, ainda temos que enfrentar, também, a cultura do fogo com o lixo doméstico. Observem o número de pessoas queimando folhas de quintais e lixo na porta das suas casas? Solução? Realizar Campanha educativas exautivamente em escolas e por meio dos veículos de comunicação. As empresas poderiam ajudar cumprindo com o sua responsabilidade social e realizando campanhas durante o verão.
Abs,
Ana Lacerda

João Carlos Rodrigues disse...

Cara Ana,

Você tem razão: falta conhecimento para as pessoas que queimam, tanto no campo quanto na cidade, o que só pode ser mudado com intensas campanhas educativas. Na maioria das vezes, quem queima não sabe o mal que está fazendo a si mesmo e à comunidade em que vive. Por outro lado, faltam investimentos governamentais para prover assistência técnica ao homem do campo e também linhas de financiamento para que este possa investir em implementos que lhe permitam preparar o solo de maneira eficaz e sem agredir a população e o meio ambiente.
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