quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Salário Mínimo - Deputados do Pará: quase todos na teta do governo. Ou: uma banana para os trabalhadores brasileiros e paraenses

Giovanni Queiroz: único da base que enfrentou o rolo compressor do governo

Os deputados paraenses, como é possível observar nos quadros da postagem abaixo, votaram, na esmagadora maioria, conforme a orientação de seus partidos.

PT, PMDB, PR, PSC e PTB fecharam questão com o governo de Dilma Rousseff (PT) e os parlamentares do Pará filiados a essas legendas preferiram sofrer o desgaste de votar contra os trabalhadores a ficar mal com o governo federal.

O único parlamentar dos partidos da base governista a destoar a cantiga foi o deputado Giovanni Queiroz, lider da bancada do PDT na Câmara Federal, que foi contra a emenda do PSDB que previa um salário mínimo de R$ 600,00, mas votou a favor do salário de R$ 560,00. Aliás, o líder do PDT foi coerente com aquilo que o seu partido defendia, mesmo sabendo que deverá ter vida dura junto ao governo de Dilma Rousseff, de agora em diante.

Ironia das ironias, a maioria dos liderados de Giovanni Queiroz não seguiram a voz do guia. Dos 26 deputados da legenda, nada menos que 16 votaram com o governo, 9 contra e um se absteve. Justiça seja feita, Giovanni havia liberado o partido para votar como quisesse e, pelo que se vê, a maioria estava louquinha da vida para deitar no colinho da presidente Dilma.

No mais, no que se refere à bancada do Pará na Câmara dos Deputados, votaram a favor dos trabalhadores os deputados André Dias, Dudimar Paxiúba e Wandenkolk Gonçalves, os três do PSDB, além de Arnaldo Jordy (PPS) e Lira Maia (DEM).

Contra o aumento de salário dos trabalhadores brasileiros (e a favor do absurdo perpetrado pelo governo Dilma depois de quase 16 anos de ganhos reais no salário mínimo) se posicionaram os deputados Beto Faro (PT), Cláudio Puty (PT), Elcione Barbalho (PMDB), José Priante (PMDB), Josué Bengtson (PTB), Lúcio Vale (PR), Luiz Otávio (PMDB), Miriquinho Batista (PT), Wladimir Costa (PMDB), Zé Geraldo (PT) e Zequinha Marinho (PSC).

Um comentário:

João Carlos Rodrigues disse...

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